domingo, 11 de fevereiro de 2018

Crônica do Semeador

                                      Crônica do Semeador
                                                                   por Ronaldo Lidório





Lendo a parábola do semeador e o Salmo 126, lembrei-me de muitos amigos e vários missionários. Veio forte a cena dos semeadores de hoje. Aqueles que falam de Jesus visitam de casa em casa, servem o caído, cuidam do enfermo e enfrentam seus medos.
Alguns lutam a vida inteira contra problemas maiores que eles. É a seca do sertão que causa fome, miséria e exclusão social, do corpo e da mente. As famílias carentes e outras sem teto que parecem se multiplicar a cada dia nas grandes cidades. A enfermidade e epidemias que assolam, sem piedade, justamente os lugares com menos assistência de saúde.
Alguns trabalham longe, aprendendo línguas complexas, estudando a cultura de um povo diferente, com clima diferente, sempre mais um lugar a chegar e uma nova barreira a ultrapassar. Outros trabalham perto, lutam nas selvas de pedra. Seu povo não-alcançado encontra-se em condomínios fechados, no frenesi das ruas, hospitais lotados, escolas e cárceres. Falam de Jesus e saem de casa orando por oportunidades diárias - e não as perde.
O Salmo 126 nos fala sobre a relação entre a caminhada e o choro. Quem sai andando e chorando enquanto semeia voltará para casa com alegria trazendo seus feixes, o fruto do trabalho. Para cumprirmos o ministério que Jesus nos confiou é necessário andar e chorar. E são certo que muitos fazem ambas as coisas. Tantas idas e vindas, caminhos incertos, a impressão de que há sempre mais um passo a dar, alguém a ajudar, uma pessoa a evangelizar. E as lágrimas, que descem abundantes com a saudade que bate a enfermidade que chega o abraço que não chega o fruto que não é visível, o coração que já amanhece apertado, o caminho que é longo demais.
Creio que temos andado e chorado. Mas voltaremos um dia, trazendo os frutos, apresentando ao Cordeiro e dando glória a Deus! Poderá ser amanhã, ou em algum momento ainda distante. Mas ainda não é hora de voltar. É hora de seguir, andando e chorando, com alegria no coração e sabendo que não trocaríamos essa viagem por nenhuma outra na vida. O grande consolo e motivação é que não andamos sós. Ele está conosco. E maior é Aquele que está em nós. Portanto, não desistimos, olhando o horizonte que se aproxima e trazendo à memória o que pode nos dar esperança.
Guarde seu coração enquanto anda e chora. Não perca a alegria de viver e caminhar, nem a mansidão, nem a oração, ou o humor, ou o amor. Não deixe de semear mesmo quando está difícil. Lance a semente em todas as terras. Uma semente há de germinar e talvez a mais improvável. A que menos promete. Não dê ouvidos àquele que diz que não vai acontecer porque a terra é árida, você é incapaz, o povo nunca muda, o problema é grande demais, o sol é forte e o vento está chegando. Lance a semente.
Lançamos as sementes que o Senhor nos deu e quase sempre há um preço alto a pagar, por isso choramos enquanto semeamos. Tenho observado os semeadores. Uma enfermeira brasileira atendeu 221 pessoas em um só dia na África sob um calor de 42 graus durante 17 horas ininterruptas. Era uma epidemia que chegava e os próximos dias seriam mais difíceis. No Marrocos, um missionário Britânico, para trabalhar com os moradores do lixo, passou também a viver no lixo, durante anos e anos. Um jovem Ganense viajou todo seu país alertando sobre a AIDS, de bicicleta e só, com um sorriso nos lábios. Era ele mesmo portador do HIV. Um pregador de rua, falando em uma Praça em Manaus, incansável durante horas em uma segunda-feira à tarde. Gritava e dizia: hoje é meu dia de folga, estou aqui e não em casa, porque vocês são importantes para Deus. As sementes são diferentes. Para lançá-las é preciso chorar, pois frequentemente há um preço a pagar. Um pagou com o suor, outro com a abnegação, ainda outro dedicou seu tempo e o último entregava seu único dia de folga. Pague o preço, lance a semente e sirva a Jesus.
Abrace o que também anda e chora que está ao seu lado. Ele talvez se sinta só e pense que é o único que chora enquanto caminha. Andar e chorar são cumprir a missão. É também um grande privilégio. Um dia você voltará... mas talvez não seja hoje. Se você pensou em desistir da sua caminhada e o coração, abatido, não encontra mais prazer em semear, olhe para o alto e faça um compromisso com seu Deus: mesmo chorando, andarei um pouco mais! Sim, haverá o dia de voltar... mas ainda não chegou. Na força do Senhor continue a caminhar... e chorar... e semear... e sorrir, porque estamos aqui, na lavoura do Pai. Não há lugar melhor.




Trecho do livro: Teologia Bíblica do Plantio de Igrejas.
Editora Instituto Antropos, 1ª edição - 2011.

quinta-feira, 14 de dezembro de 2017

Sal da 90 - Igreja, Família e Amigos.


"Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis e sempre abundantes na obra do Senhor, sabendo que, no Senhor, o vosso trabalho não é vão." (1Co. 15:58).


Quero deixar aqui meu relato de gratidão, privilégio, honra e celebração, pelo final de um ano ao lado dessa equipe de irmãos-amigos. No final de 2015 para 2016 vim para a Sal da Terra da Rua 90 e encontrei uma Igreja (pessoas) vivendo uma realidade no evangelho que nunca tinha experimentado antes.
A rotina aqui é puxada, trabalha-se muito e sempre com demandas e problemas de uma igreja de grande porte. Mas, o ambiente que tem se construído, buscado e lutado, para termos aqui, é em si mesmo um renovo para todo esse trabalho e desafios eclesiais. Esse bom ambiente é devido a nossa procura por viver a unidade da fé, com coerência e constância, sempre rendidos, a graça e a misericórdia de Deus pela ação do favor do Espirito Santo.
Não podemos esquecer que foram várias pessoas que estiveram aqui antes de nós que aqui estamos. Pude acompanhar alguns partirem após minha chegada e outros que tenho tido o privilégio de ver chegar. Essa maneira de fazer igreja deixa impregnada uma identidade em quem passa por aqui. E os que foram certamente tem, em alguma conta, bons e importantes momentos vividos aqui. São partidas difíceis e chegadas surpreendentes, que somente o Senhor poderia promover e executar.
Temos dificuldades e falhas como qualquer igreja, porque como qualquer igreja somos a unidade e união de pessoas imperfeitas. Há dificuldades e dias bem difíceis nessa caminhada juntos. Trabalhamos em conselho e isso exige muito, pois nenhum conselho de unidade se sustenta sem que aja relação, relacionamento e ralação. E esse estilo de conduzir uma igreja inspirado no que é a Trindade (do Pai, Filho e Espirito Santo vivem), é um grande e renovador desafio.
Sou muito grato a Deus e feliz com essas amizades, fraternidade e família da fé que tenho encontrado e vivido aqui. Deixo meu obrigado a todos que com paciência e amor tem me recebido nessa família da fé.
Obrigado Sal da Terra da 90 e a todos tenho privilégio de conviver, que conheço e conheci aqui.

Leonardo Felipe.

segunda-feira, 27 de novembro de 2017

Missão Amazônia 2017



Entre os dias 05 e 11 de novembro de 2018, 33 pessoas realizaram juntamente com a tripulação fixa do barco J.J. Mesquita uma viagem missionária na região do São Francisco do Rio Solimões no Amazonas.
O projeto assiste 110 comunidades ribeirinhas em toda Bacia do Amazonas, com 85 congregações da Igreja Presbiteriana de Manaus instaladas.
Ações Realizadas:
- 4 comunidades visitadas no Rio Solimões na Região do São Francisco;
ATENDIMENTO DE SAÚDE
Atendimento Médico:
436 atendimentos, sendo 135 de crianças. 40 de adolescentes e 261 de adultos.
Atendimento Odontológico:
87 atendimentos, 385 procedimentos e 124 kilts odontológicos.
EVANGELISMO
Evangelismo e Palestra Infantil cerca de 100 crianças;
Evangelismo e Palestra de Mulheres: Mais de 50 mulheres;
Evangelismo nas Casas: 30 casas visitadas.
Decisão por Cristo: 09 pessoas.
Doações:
Mais de 400 materiais escolares;
Mais de 1700 itens de Higiene Pessoal e Beleza;
Mais de 500 materiais de Pesca;
Mais de 200 calçados e roupas;
144 Bíblias distribuídas;
10 Bolas de futebol;
15 Lanternas.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Como as Igrejas treinam crianças a se tornarem ateísta.

por Matt Rawlings

Eu sou um filho de pastor que abandonou a fé, declarou-se ateu, voltou à fé depois de descobrir um câncer, quase perdeu a fé novamente e foi salvo pela teologia evangélica e pela apologética. Portanto, minha paixão é ajudar os outros a evitarem a destruição do pecado e o desespero pelos quais eu passei enquanto vagava pelo deserto do ateísmo.
Há alguns anos eu fiquei intrigado ao ler o livro You Lost Me: Why Young Christians Are Leaving Church…and Rethinking Faith (“Você Me Perdeu: Por que Jovens Cristãos Estão Deixando A Igreja… E “Repensando Sua Fé”, em inglês), de David Kinnaman. Ele argumenta que existem pelo menos seis motivos pelos quais os homens e as mulheres entre 18 e 30 anos abandonam a fé. Ele publicou um resumo desses seis motivos no site do Grupo Barna (link em inglês), que são:

Motivo #1 – As igrejas parecem ser superprotetoras.

Motivo #2 – A experiência dos adolescentes e dos jovens de 20 e poucos anos com o Cristianismo é superficial.

Motivo #3 – As igrejas são vistas como inimigas da ciência.

Motivo #4 – As experiências dos jovens cristãos relacionadas à sexualidade na igreja são muitas
vezes simplificadas ou críticas demais.

Motivo #5 – Eles lutam com a exclusividade do Cristianismo.

Motivo #6 – A igreja parece ser hostil para com os que possuem dúvidas.

Pode-se argumentar que estas descobertas se tratam mais de uma percepção do que de uma realidade na maioria das igrejas. Por exemplo, eu ficaria surpreso (de uma maneira desagradável) em saber que a maioria das igrejas evangélicas ainda gasta muito tempo condenando a cultura popular como se fosse o Conselho Municipal de Footloose. Além disso, eu quase não escuto mais sermões sobre sexualidade e, enquanto eu crescia, a maioria dos sermões condenava todo o tipo de sexo fora do casamento, mas sempre de uma maneira graciosa. Entretanto, eu penso que os motivos 2, 3, 5 e 6 provavelmente são válidos. Também, por experiência própria, eu acrescentaria que alguns jovens simplesmente sentem que a fé não funciona (link em inglês).
De fato, muitas igrejas apresentam uma fé superficial, que trocam a doutrina e a apologética por sermões de “o que fazer quando…”, que são como palestras de autoajuda polvilhadas com alguns trechos da Bíblia. A recusa em aprender teologia e em como defender a fé, como também o investimento no tempo para pensar em como apresentar tudo isso de uma maneira clara e cativante, é a essência de todas as quatro objeções válidas feitas por jovens à igreja evangélica. Os pastores devem simplesmente levar a sério essa responsabilidade, usando seu tempo e seus esforços. Não há outra resposta.
Sermões menos superficiais, entretanto, não são A resposta, embora ajudem. Todos os membros da igreja, de todas as idades, devem ser discipulados, e isso inclui um treinamento para que se tornem teólogos e apologetas leigos.
O detetive J. Warner Wallace argumentou que devemos treinar os estudantes cristãos ao invés de ensiná-los (metodologia T.R.A.I.N., link em inglês), mas eu penso que precisamos treinar todos os nossos irmãos cristãos (e ele iria concordar comigo). Treinar é mais difícil do que ensinar. Precisamos nos lembrar de que, em média, as pessoas precisam ouvir uma informação sete vezes ou mais para conseguirem guardá-la hoje em dia. Além disso, a maioria das pessoas não entende uma coisa realmente até ela que seja posta em prática. Por isso, os pastores devem ser treinados para treinarem congregações para realmente serem teólogos e apologetas leigos. Os pastores devem, então, desafiar a congregação a usar suas habilidades para alcançar os perdidos e ajudar uns aos outros. E todos os que forem treinados devem ajudar a tomar conta dos mais jovens, para que tenham certeza que de conhecem sua fé tão bem que não irão sucumbir aos pobres argumentos do ateísmo. Isso significa que os pastores devem implementar programas rigorosos para as pessoas que lhes foram confiadas por Deus.
Eu recomendaria alguns recursos que eu acredito que todos os pastores e líderes de igreja deveriam ler depois, mas por enquanto é suficiente dizer que se você quer que sua congregação produza discípulos ao invés de alvos fáceis para os ateus, treine seu povo, principalmente os que estão no seu grupo de jovens! Note, por favor, que os dias de nos focarmos apenas em alicerces, prédios e orçamentos terminaram. Não vivemos mais em Jerusalém, mas somos um povo exilado na Babilônia. Se continuarmos tentando entreter ao invés de treinar, abrandar ao invés de aprofundar, evadir ao invés de engajar, estaremos correndo atrás do vento.
Traduzido por Filipe Espósito e revisado por Jonathan Silveira.

Matt Rawlings é Pastor de Ensino na Christ’s Community Church, em Portsmouth, Ohio, advogado e Diretor Regional da Leadership Development for Alliance Defending Freedom. É graduado em Teologia e especialista em Apologética.

quarta-feira, 12 de julho de 2017

Relatório de atividades da Missão Amazonas 2016.














E Vêm aí Missão Amazônia 2017
Faltam 4 meses!
https://www.youtube.com/watch?v=skmqdc-g-1Y

Caro Amigo,
Mais uma vez estamos nos organizando para esse Projeto. !

- DESPESAS DA VIAGEM ESSE ANO:
    1. Passagem aérea: - R$ 704,00 com taxas saindo de Brasília;
    2.Terrestre(fluvial) + hospedagem e alimentação no barco durante os dias da viagem missionária. R$1.300,00
   3.     TRANSLADOS:
- Van de Goiânia para Brasília: R$ 75,00
- Táxi ou Uber Porto de Manaus até o Aeroporto de Manaus = R$ 40,00
- Van de Brasília para Goiânia: R$ 75,00
4. Extra em caso de Urgência e necessidade
- R$ 150,00

TOTAL das DESPESAS QUE PRECISO LEVANTAR: R$2.344,00

4.     MEIOS DE AJUDAR:
- Contribua com qualquer valor.

Titular das Contas: Leonardo Felipe/ RG:3495734 / CPF:871.144.611-00
Banco do Brasil
Agência: 5902-1
Conta Corrente: 21.075-7

Itaú
Agência: 4818
Conta Corrente: 01420-3

Conto com você Nesse desafio!

sábado, 8 de julho de 2017

A casa em que as Crianças morrem

Todas as crianças que visitam sua casa morrem –
até agora já faleceram 80, mas muitas mais irão morrer.

Apesar de a nossa sociedade estar cheia de criminalidade e pessoas mal intencionadas, ainda existe gente que inspira esperança e fé na humanidade. Elas são como estrelas brilhantes em uma noite escura – e uma das mais brilhantes é Mohamed Bzeek. Todas as crianças que visitam sua casa morrem… mas existe algo nobre por detrás disso.

Existe gente com corações tão bondosos que é quase impossível de acreditar. Uma dessas pessoas é um homem com uma grande barba chamado Mohamed Bzeek. Ele assumiu uma tarefa muito especial em sua vida: ele é um pai adotivo para crianças que são doentes terminais e foram abandonadas por seus pais.

Normalmente, essas crianças acabariam suas vidas em um hospital, sozinhas e abandonadas. Mas em vez disso, as que visitam sua casa morrem em seus abraços, recebendo muito afeto. Na sua altura final, eles têm o amor, a força, o calor e a alegria que mereciam ter tido em toda sua vida.

A empatia de Mohamed para essas crianças começou quando ele tinha 62 anos e foi diagnosticado com câncer. Sua esposa já havia morrido e seu filho era portador de deficiência, então teve que ir ao hospital e enfrentar uma cirurgia sem ninguém a seu lado. Mohamed se sentiu completamente sozinho – assim como todas as crianças órfãs doentes.



Precisamos de mais pessoas como Mohamed em nosso planeta… Ele é um verdadeiro anjo e herói para esses meninos e meninas sem pais nem familía.

Mohamed realmente tem um coração de ouro. Ele dá às crianças moribundas uma sensação de segurança, felicidade e alegria que de outra forma não teriam. Se mais pessoas fossem como Mohamed, o mundo seria um lugar melhor.



fontes:
http://historiascomvalor.com/visitam-sua-casa-morrem/
http://en.newsner.com/man-s-home-is-a-haven-for-dying-kids-over-80-children-died-there-already/about/family


segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Imagem & Semelhança



“Criou Deus, pois, o homem à sua imagem, à imagem de Deus o criou; homem e mulher os criou.” (Gn.1:27)
A criação especial de Adão e Eva mostra que, no pináculo da criação divina, fomos criados mais semelhantes a Deus do que qualquer outra criatura, nomeados para reger o resto da criação. Mas, porque o Homem e a Mulher foram criados? Wayne Grudem responde que Deus não precisava criar o homem, mas nos criou para a sua própria glória.  Deus nos criou para a sua própria glória. Na análise da independência divina, observamos que Deus se refere aos seus filhos e filhas das extremidades da terra como aqueles “que criei para minha glória” (Is.43:7; cf. Ef.1:11-12). Portanto, devemos fazer “tudo para a glória de Deus” (1Co. 10:31).
Esse fato garante a relevância da nossa vida. Percebendo que Deus não precisava nos criar, e que não precisa de nós para nada, poderíamos concluir que nossa vida não tem a menor importância. Mas as Escrituras nos dizem que fomos criados para glorificar a Deus, indicando que somos importantes para o próprio Deus.
Outro ponto interessante é sobre qual é o nosso propósito na vida?  Nosso propósito deve ser cumprir a meta para que Deus nos criou: glorificá-lo.
E o que significa “imagem e semelhança de Deus”? De todas as criaturas que Deus fez, só de uma delas, o homem e a mulher, diz-se ter sido feita “à imagem e semelhança de Deus”.  O que isso significa? Podemos usar a seguinte definição: o fato de ser o homem à imagem de Deus significa que ele é semelhante a Deus e o representa. Não somos iguais a Deus, nem somos Deusinhos, somos a sua imagem e semelhança. Refletimos, ou deveríamos refletir sua Imagem ante a criação e universo criado.
De fato a queda da Humanidade com a desobediência de Adão fez com que a imagem de Deus no homem ficasse distorcida, mas não perdemos essa característica. Jerram Barrs em seu livro Essência da Evangelização diz que todos os seres humanos, até mesmo o mais afastado de Deus guarda em si “traços da imagem e semelhança de Deus”.
E é somente na redenção em Cristo que temos a recuperação gradual da imagem de Deus. No entanto, é animador abrir o Novo Testamento e ver que nossa redenção em Cristo significa que podemos, mesmo nesta vida, gradualmente crescer cada vez mais na semelhança de Deus. Por exemplo, Paulo diz que como cristãos temos uma nova natureza, que “se refaz para o pleno conhecimento, segundo a imagem daquele que o criou” (Cl 3.10).
Somos Imagem e Semelhança de Deus! Criados para sua gloria e para glorificá-lo!